Póvoa vai ser palco de festival em setembro

Esteve prestes a ser riscado da agenda anual, mas o Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim resistiu e vai decorrer em setembro entre os dias 9 e 24. A organização é da Câmara Municipal, que obteve um apoio de 120 mil euros do ministério da Cultura para ajudar a suportar um orçamento global de 200 mil euros,não obstante a redução do número de concertos e a transição para o próximo ano dos agrupamentos mais numerosos. Esta manhã foi apresentado o programa e Luís Diamantino, vice-presidente do Município, diz que o festival resulta de um encontro de vontades de várias entidades.
O programa foi gizado pelo diretor do Festival, o pianista poveiro Raúl da Costa, que conseguiu para o certame uma novidade: o aprofundamento de uma parceria com a televisão pública para que os concertos, em direto, gravados ou pela internet, possam chegar ao maior número possível de apreciadores. Os bilhetes, na mesma a cinco euros, vão ser em menor número face às restrições impostas pela pandemia de COVID 19 para os concertos no cine-teatro Garrett e nas igrejas Matriz da Póvoa de Varzim e de São Pedro de Rates.
Teremos oportunidade na Onda Viva de detalhar o programa, mas para já refira-se que a habitual conferência de abertura pelo musicólogo Rui Vieira Nery vai ser dedicada a Amália Rodrigues e que, no lote dos concertos previstos, há celebrações dos 50 anos de carreira do clarinetista António Saiote; a presença da soprano poveira Raquel Camarinha, a divulgação do vencedor do concurso de composição, a junção de dois triunfadores dos prémios de jovens músicos e a vinda de agrupamentos que no passado brilharam na Póvoa.

Jornalista Onda Viva

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