Cada vez há mais barcos parados e pescadores em quarentena

A Covid-19 já obrigou a parar cinco barcos da pesca da sardinha. Depois do “José Dinis”, do “Virgílio Miguel” e do “Pedro André”, também a embarcação “Pedro Mariana” e outra tiveram de encostar ao cais por causa de casos positivos entre a tripulação. A entrada em força do novo coronavírus na comunidade piscatória da Póvoa de Varzim e Vila do Conde está a preocupar as diversas organizações e associações do setor. Entre positivos (cerca de uma dezena de infetados) e obrigados à quarentena por terem tido contacto com os infetados, são já cerca de 90 os pescadores que estão impedidos de ir ao mar e os números podem aumentar nos próximos dias. No trabalho a bordo não é fácil conseguir manter o distanciamento social e todos os homens do mar que trabalham com colegas com Covid-19 ficam obrigados a 14 dias de quarentena profilática devido às normas ditadas pelas autoridades de saúde. Os receios e a insegurança são cada vez maiores, até porque nem todos os tripulantes estão a fazer testes, ficando assim na incerteza sobre terem ou não a doença através de contágios com outros pescadores ou familiares.

Jornalista Onda Viva

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